
Embora não seja muito afeito a livros de autoajuda, confesso que um dos livros de Roberto Shinyashiky me comoveu. Não me refiro ao fato de ter-me trazido respostas a perguntas que povoam a minha mente. Refiro-me ao fato de me ter feito questionar alguns conceitos e sentimentos que estão encrustados em mim.
O livro em questão é “Os segredos dos campeões” lançado pela editora Gente em 2007. E o trecho do livro que chamou bastante minha atenção foi o que encontra-se sob o subtítulo “As quatro etapas da competência”. Serviu, e serve, para mim e tenho certeza que servirá a outros tantos.
Vamos ao trecho em questão?
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O que vou compartilhar aqui com vocês, provavelmente não vai mudar sua vida e nem o ajudará a revolucionar o mundo. Contudo, é sempre bom compartilharmos algo que descobrirmos sem querer.
Estava eu aqui assistindo um vídeo da endeavor (dicas e esclarecimentos de Marcelo Salim) e de repente, o youtube, por não ter carregado totalmente, travou o vídeo. Veja a imagem:
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Antes de entrar na história que quero apresentar a vocês, é importante deixar claro que se trata de um conto chinês. Já tive o privilégio de fazer palestras e durante algumas delas contei essa historinha. Leiam. É bem divertida e objetiva.
“Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique. As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram sete anos para se prepararem para o passeio.
Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado. Durante o segundo ano de viagem encontraram um lugar ideal!
Por aproximadamente seis meses limparam a área desembalaram a cesta de piquenique e terminaram os arranjos. Então descobriram que tinham esquecido o sal. Um piquenique sem sal seria um desastre, todas concordaram.
Após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar em casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas. A pequena tartaruga lamentou, chorou e esperneou. Concordou em ir mais com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. A família concordou e a pequena tartaruga saiu. Três anos se passaram e a pequena tartaruga não tinha retornado. Cinco anos, seis anos… Então, no sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha não aguentava mais conter sua fome. Anunciou que ia comer e começou a desembalar um sanduiche. Nesta hora, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:
- hummmm, viu? Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora é que não vou mesmo buscar o sal.”
Descontando os exageros… na nossa vida as coisas acontecem mais ou menos da mesma forma. Nós desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas. Ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo que deixamos de fazer nossas próprias coisas.

Essas dez frases são muito claras e interessantes. Acho que todo e qualquer empreendedor deve pensar de uma forma parecida:
- O bom empreendedor não pode escolher o negócio pela oportunidade ou pela rentabilidade, mas pela paixão. Na realidade, tudo que você imaginar realizar, já existe. Você tem de ser o melhor naquilo que está propondo realizar”, diz Jae Ho Lee, CEO do Grupo Ornatus e fundador da Morana
- “Você tem que gostar do que faz. Quando cria um negócio, precisa perseguir o sonho, não a moeda”, Walter Mancini, Famiglia Mancini
- “A melhor estratégia é não gastar tempo com excesso de planos. O empresário precisa ir à luta”, Aleksandar Mandic, empreendedor
- “Fazer o produto e ver se o mercado vai aceitá-lo é mais barato do que montar um ‘business plan’ e, com ele, prospectar o setor”, Rodrigo Borges, da Buscapé Company
- “É preciso ter alguém na empresa com quem você possa trocar informações”, Miguel Krigsner, O Boticário
- “Oportunidades são como trens que passam na frente de casa. Mas que não andam em círculos, andam em linha reta. E se esse trem passar, ele vai embora, esse ninguém mais pega”, José Efromovich, dono da companhia aérea Avianca
- “Em nossa empresa, o que trabalhamos muito é a capacitação. Isso permite que a pessoa faça um pouco mais ou até mais do que a pessoa acredita ser capaz. Uma das coisas mais bonitas de uma empresa não é só captar valores, mas criar esses valores”, Chieko Aoki, fundadora da rede Blue Tree Hotels
- “É preciso ser honesto e transparente com quem se negocia. Se você não tiver essa qualidade, seu negócio não vai dar certo”, Bruno Caravati, CEO do Grupo Fisk
- “O Brasil é tão dinâmico que, em qualquer atividade, se o empreendedor não crescer, o seu futuro estará selado, ele vai fechar”, Pedro Herz, fundador da Livraria Cultura
- “O brasileiro tem medo de inovar porque quer retorno no curto prazo”, Priscila Callegari, Ciao Mao Sapatos
Fonte: Estadão

Há algum tempo, grande parte das empresas optaram por duplicar o conteúdo do Facebook no twitter e virce-versa. Não sei se existe algum estudo mostrando os benefícios ou malefícios disso. Mas, eu pessoalmente, começo a pensar que talvez não seja legal.
Existe uma diferença, embora aparentemente pequena, entre as duas redes. O Facebook, uma rede social, que como tal, cobra uma interação mais social e por vezes, pessoal. Já o twitter, como os próprios idealizados costumam chamar, é uma rede de notícias.
Em geral, apenas duplicar uma notícia ou informação pessoal, sem interação com os amigos ou seguidores, não contribui para que determinada postagem tenha relevância. No livro “Estética da Comunicação” de Monclar Valverde, encontramos uma bifurcação bem acentuada na palavra ‘sentido’. De um lado, podemos associar o sentido ao ‘significado’ que tem como objetivo a comunicação como padrão universal. Do outro, a ‘expressão’ concebida como manifestação emocional de uma subjetividade supostamente singular. Continue lendo